Acadêmicos de Farmácia da Feevale produzem podcasts sobre medicação | Universidade Feevale

Acadêmicos de Farmácia da Feevale produzem podcasts sobre medicação

13/05/2020 - Atualizado 15h31min

podcasts

Áudios têm como objetivo educar a comunidade sobre a correta utilização dos medicamentos

Como simulação à prática de atendimento, o curso de Farmácia da Universidade Feevale testou o conhecimento e as habilidades dos futuros farmacêuticos, por meio de programas de áudios. Com a impossibilidade de utilização do laboratório de Simulação e Habilidades, em virtude do distanciamento social, os estudantes criaram 19 podcasts. O objetivo é educar a comunidade sobre a correta utilização de medicamentos para problemas de saúde dos sistemas respiratório, cardiovascular e endócrino, bem como informar sobre anticoncepcionais hormonais e potenciais interações medicamentosas. Os podcasts podem ser ouvidos em soundcloud.com/feevale.

A professora Andresa Heemann Betti conta que os podcasts foram desenvolvidos pelos alunos durante a disciplina de Farmacoterapia e Atenção Farmacêutica II, em que a construção radiofônica foi utilizada como forma de revisão de conteúdo.

Normalmente realizamos essa atividade, porém, sem o laboratório não conseguimos simular atendimento, então os alunos foram desafiados a construir podcasts com conteúdos específicos no contexto de educação em saúde. No momento da aula, após a entrega, escutamos todos os podcasts e finalizamos os conteúdos”, explica.

De acordo com a docente, o conteúdo dos podcasts foi proposto para disseminar informações corretas à comunidade, além de simular a prática de atendimento dos acadêmicos. O trabalho é direcionado, em especial, aos participantes do projeto social Promoção da Adesão à Terapia Medicamentosa, que são pacientes das unidades básicas de saúde e unidades de saúde da família.

Muitos dos casos clínicos que trabalhamos em aula são trazidos de situações vivenciadas no projeto. Então, a nossa proposta também era construir áudios que pudessem ter como foco instruir essa população, que possui dificuldades com a sua medicação por não ter informações sobre a doença e sobre como e por que utilizar os medicamentos”, finaliza a professora.