Startups do Feevale Techpark receberam R$ 2 milhões em investimento | Universidade Feevale

Startups do Feevale Techpark receberam R$ 2 milhões em investimento

Onze empresas foram selecionadas entre 336 para participarem de duas edições do ciclo de aceleração, processo que impulsiona novos empreendimentos

26/03/2019 - Atualizado 13h57min

Os dois ciclos de aceleração organizados pela Ventiur e apoiados pelo Feevale Techpark selecionaram 11 empresas emergentes que, no total, receberam um aporte de R$ 2 milhões para o empreendimento decolar. Esse recurso foi captado com 44 pessoas físicas e jurídicas que formam um fundo. Ou seja, todos investem em conjunto, dividindo o risco e os ganhos advindos da carteira de startups, explica o coordenador do Feevale Techpark, Gustavo Piardi dos Santos.

Cada ciclo inicia-se com o warmup, etapa de pré-aceleração que dura dois finais de semana. Ela é composta por workshops sobre diferentes temas e conta com apoio de mentores pertencentes ao grupo de investidores. Nessa fase, ocorre a avaliação em profundidade dos negócios e do perfil dos empreendedores, que recebem orientação de como se organizar para crescer. Ao final dessa etapa, elas participam de um pitch day, quando são escolhidas as iniciativas que recebem investimentos individuais de até R$ 200 mil – valor que serve para impulsionar os novos negócios.

Todas as empresas selecionadas já devem estar instaladas ou se instalar no Feevale Techpark. Conforme Santos, isso aumenta a segurança do negócio. “Esses investidores realmente querem transformar o Vale do Sinos. Com isso, conseguimos reter recursos humanos qualificados na região”, afirma a diretora de Inovação da Feevale, Daiana de Leonço Monzon.

O processo de aceleração das empresas se estende por cerca de seis meses. Além do permanente acompanhamento da equipe do parque tecnológico e de professores da Universidade Feevale, mensalmente ocorrem encontros com investidores e com profissionais do mercado. Santos destaca que, neste percurso, os empreendedores vão amadurecendo e, portanto, as questões se tornam mais complexas. Isso explica a relevância do compartilhamento de experiências e das orientações ocorridas nesses encontros.

O primeiro ciclo iniciou-se em maio de 2017, e o segundo, em janeiro deste ano. Nos dois processos, houve 336 startups inscritas, e 42 foram chegaram ao warmup. Das 25 finalistas, 11 foram selecionadas e 10 seguem participando do processo de aceleração: Alexxo, Alu, BioIn, Criativando, Minha Escola, Pix Midia, Price Survey, Studio 360, Tra$hin e Whatsshare. “Elas representam muito bem as áreas de atuação do Feevale Techpark”, avalia Daiana.

O papel do Feevale Techpark nos ciclos é mediar, fazer com que o empreendedor se desenvolva dentro da universidade e tenha acesso a recursos para transformar a sua ideia em negócios. Com o processo, pretende-se viabilizar investimentos nas startups incubadas no parque tecnológico. “Nosso compromisso com as empresas e a sociedade é criar novos negócios e oportunidades, transformar conhecimento em PIB”, afirma o reitor da Feevale, Cleber Prodanov. O grupo de investidores que atua no Feevale Techpark é liderado pela Ventiur, uma das principais aceleradoras do país.

EMPRESAS PARTICIPANTES

Primeiro ciclo

  • Alexxo: empresa ligada à indústria 4.0 e à Internet das Coisas, ou Internet of Things (IoT). Desenvolve hardwares e softwares para fábricas e indústrias que permitem conectar máquinas e equipamentos à nuvem em tempo real.
  • Alu: plataforma de aluguéis que digitaliza e automatiza a operação de locação para que ela fique na mão dos envolvidos.
  • Criativando: focada na comercialização online de produtos personalizados com arte. Seu site é um marketplace para criativos, onde são possíveis trocas de ideias e experiências e, principalmente, exposição e aplicação de trabalhos em itens de decoração personalizados.
  • Pix Midia: focada no desenvolvimento de software para Digital Signage. O software IMidiaTV permite o gerenciamento de programações de TV e tem aplicação em comunicação corporativa, salas de espera, publicidade e varejo.

Segundo ciclo

  • BioIn: empresa de biotecnologia e TI. Atua no setor agrícola, com foco no monitoramento e controle biológico de pragas agrícolas.
  • Minha Escola: plataforma de comunicação escolar e de meios de pagamentos que facilita a comunicação, reduz a inadimplência e aumenta o engajamento da comunidade escolar.
  • Price Survey: empresa de data mining (mineração de dados) que fornece informações seguras e rastreáveis sobre o preço do produto, promoções e posicionamento de gôndolas em lojas de varejo, em tempo real.
  • Studio 360: tem o objetivo de transformar a forma como os integrantes do mercado imobiliário interagem entre si, aproximando corretores, cliente final, incorporadoras e urbanizadoras.
  • Tra$hin: conecta geradores de resíduos a associações e cooperativas de reciclagem, operando as coletas de forma gratuita, rastreando os resíduos e remunerando a todos.
  • Whatsshare: plataforma digital que transforma o WhatsApp em uma ferramenta de vendas, ajudando empresas a conquistarem novos clientes, organizando seus times e monitorando os resultados.

 
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