Pint of Science 2026 reúne comunidade e pesquisadores em noite de debates sobre vírus e toxicologia em Novo Hamburgo | Universidade Feevale

Pint of Science 2026 reúne comunidade e pesquisadores em noite de debates sobre vírus e toxicologia em Novo Hamburgo

20/05/2026 - Atualizado 15h51min

Primeiro dia do evento promovido pela Universidade Feevale levou ciência para o ambiente dos bares e segue nesta quarta-feira, 20, com debate sobre longevidade e qualidade de vida

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A primeira noite do Pint of Science 2026 em Novo Hamburgo reuniu comunidade, pesquisadores, professores e estudantes em um ambiente descontraído de troca de conhecimento científico fora da Universidade. O evento internacional, promovido pela Universidade Feevale por meio da Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, começou nesta terça-feira, 19, no Velho Viking, com debates sobre virologia e toxicologia.

Abrindo a programação, o assessor Acadêmico de Iniciação à Pesquisa e Extensão da Feevale, Rodrigo Staggemeier, destacou a importância de aproximar a ciência da sociedade e agradeceu a presença do público e das palestrantes. “A proposta do Pint of Science é justamente aproximar a academia da sociedade, levando o conhecimento científico para espaços mais acessíveis e descontraídos. Desde 2012, o Pint of Science vem crescendo no mundo todo, e aqui em Novo Hamburgo ele começou em 2019. Desde então, o evento vem acontecendo todos os anos”, afirmou. “Fica aqui o nosso agradecimento a todos vocês por estarem presentes hoje. Um agradecimento especial também às nossas palestrantes que vão compartilhar um pouco do conhecimento delas com a gente”, completou.

A primeira conversa da noite, intitulada Vírus de Cinema: o que da ficção pode ser real?, contou com a participação das acadêmicas do mestrado em Virologia da Feevale Laura Gabriela Nienow, Pamela Maria Correa e Maria Eduarda Seidler. Durante o bate-papo, as pesquisadoras relacionaram produções cinematográficas com conceitos científicos reais, aproximando o tema do cotidiano do público.

“Pensamos em trazer algo próximo do cotidiano, porque hoje em dia a gente fala e ouve muito sobre vírus, principalmente depois da pandemia. É um assunto bastante presente na nossa realidade, mas nem sempre é fácil distinguir o que é verdade, o que é exagero ou o que realmente poderia acontecer fora da ficção”, explicou Laura.

Ela também ressaltou que o uso de filmes e séries foi pensado como uma estratégia para tornar a conversa mais leve e acessível. “Provavelmente muitos de vocês já assistiram algumas dessas produções, então fiquem à vontade para comentar, compartilhar opiniões ou trazer perguntas ao longo da noite”, disse.

Já Pamela destacou a importância de aproximar a pesquisa científica da população. “Minha pesquisa é voltada para vírus transmitidos por alimentos. É um prazer estar aqui conversando com vocês. Acho muito legal trazer temas que fazem parte do nosso dia a dia, filmes, séries, situações que a gente assiste e acaba se perguntando: ‘Será que isso poderia acontecer de verdade?’”, afirmou. “Poder falar um pouco sobre esses filmes e também sobre o que estudamos na prática vai ser um momento bem interessante e acredito que a gente consiga trocar bastante conhecimento hoje”, completou.

Na sequência, a mestranda do Programa de Pós-Graduação em Toxicologia e Análises Toxicológicas da Feevale, Isadora Richter, conduziu a conversa Drogas, álcool e um fio de cabelo: a ciência por trás do passado, apresentando como exames toxicológicos podem revelar informações sobre consumo de substâncias ao longo do tempo.

A programação do Pint of Science segue nesta quarta-feira, 20, às 19h, no Boteco 1538, com o debate O tempo não para: estamos preparados para viver mais e melhor?. A atividade contará com a participação de pesquisadores, professores e estudantes ligados ao Centro Interdisciplinar de Pesquisas em Gerontologia e ao Programa de Pós-Graduação em Diversidade Cultural e Inclusão Social da Feevale.

O evento é gratuito, aberto à comunidade e não exige inscrição prévia. O Pint of Science acontece simultaneamente em diversos países e busca transformar bares e cafés em espaços de compartilhamento de conhecimento científico de forma acessível e próxima da população.

 

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