Exposição de calçados e bate-papo com estilistas marcam Semana Nacional dos Arquivos | Universidade Feevale

Exposição de calçados e bate-papo com estilistas marcam Semana Nacional dos Arquivos

Programação, que acontece no Câmpus I da Universidade Feevale, é gratuita e aberta ao público

04/06/2019 - Atualizado 05/06/2019 09h24min

O Museu Nacional do Calçado realiza até o próximo sábado, dia 8, no Espaço Arte Um, no Câmpus I da Universidade Feevale, a exposição Legado e Memórias, que traz propagandas de calçados nos anos 1960 e seus respectivos sapatos. A atividade integra a programação alusiva à Semana Nacional dos Arquivos.

Também integra a programação uma roda de conversa com os estilistas Bruna e Jocelito Gasperin, que atuam no mercado calçadista há mais de 25 anos. Na atividade, que será realizada na quinta-feira, dia 6, às 19h30min, no Salão de Atos do Câmpus I, eles falarão sobre as suas trajetórias e sobre o design do calçado. A Secretaria Municipal de Cultura (Secult) de Novo Hamburgo emitirá certificado de três horas complementares aos alunos que participarem do evento.

Sobre a Semana Nacional dos Arquivos

O Museu Nacional do Calçado (MNC) participa da 3ª Semana Nacional dos Arquivos, evento que também se insere nas atividades alusivas à 9ª Semana Internacional dos Arquivos, a convite do Arquivo Público Municipal de Novo Hamburgo. O objetivo da Semana, que é uma iniciativa do Arquivo Nacional (AN) e da Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), é aproximar instituições arquivísticas, centros de memória e demais entidades detentoras de acervos, divulgando os trabalhos por elas desenvolvidos.

No Estado, o evento, que acontece de 3 a 8 de junho, foi organizado pelo Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul (Apers). Durante esta semana ocorrem atividades culturais e educacionais, como exposições, visitas guiadas, rodas de conversa, palestras, exibições de filmes e espetáculos artísticos que destaquem o acervo das instituições. A coordenadora do Museu Nacional do Calçado, Ida Helena Thön, lembra que os arquivos municipais guardam a memória de cada lugar. “É o espaço que dá voz aos seus habitantes, trazendo à tona as suas histórias, experiências e percepções, constituindo, assim, um patrimônio cultural”, afirma.